Quebre os ciclos

A tomada de consciência é uma coisa muito difícil de fazer.
Mas quando você pega o jeito, difícil é conseguir parar.
Vamos lá… tomar consciência de algo é trazer algo do inconsciente ao nível consciente e perceber todo o seu movimento. Parece complexo, mas não é… o motivo pelo qual não fazemos com frequência é outro: medo de se deparar com nossas tão evitadas sombras.
Por isso só é possível se você se permitir… e se permitir a aceitar que existem muitas lugares escuros aí dentro.
Às vezes repetimos ciclos que não são nossos, que tomamos como crenças absolutas… e acredite, você jura pela sua vida que é o certo!
Permita-se fluir, navegue pelo mar obscuro da sua mente, mergulhe nas profundezas.
Por um breve momento saia de si! E observe!
Observe a correnteza, o fluxo, o movimento da água.
De onde vem? De você mesma? Ou de pessoas que fizeram ou fazem parte do seu ciclo familiar?
O quê me ensinaram como certo, mas que no fundo não faz muito sentido?
O quê parece ser nocivo?
Esse é um dos nossos maiores erros, repetir ciclos nocivos conosco, com nossos filhos… e por aí vai… gerações e gerações!
Não analisamos, não avaliamos… só pensamos superficialmente: sou uma pessoa “normal”, não tenho “traumas”, porque estaria errado? Se sempre fizeram assim, é porque é pra ser assim!
E nesse movimento somos sugados para as profundezas da nossa alma, repetindo ciclos nocivos, vivendo uma consciência superficial.
Será que merecemos carregar por aí e repassar aos nossos herdeiros todo o peso que nos foi imposto?
Adoecemos e não entendemos!
É preciso navegar para conhecer o mar.
É preciso enfrentar a tormenta para chegar ao outro lado.
É preciso mergulhar nas profundezas mais escuras da alma para quebrar correntes.
Quebre os ciclos!
Mas primeiro, tome consciência deles!
A tomada de consciência é um longo caminho. Esteja preparado.
Caso contrário, a roda vai continuar girando e seu mundo se contaminando… o seu, o dos seu filhos, dos seus netos…
Ou não, com muita esperança, seus filhos ou seus netos, serão detentores dessa tal ‘tomada de consciência’.
Meu único conselho: navegue nas profundezas ou viva o ciclo do superficial!

Suzanne Leal

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