Sobrevivendo ao câncer, o que acontece depois?

A pessoa que sobrevive ao câncer freqüentemente paga a um preço físico e psicológico ignorado. Há o medo da recaída, há as conseqüências das intervenções, o esgotamento, a impressão de uma experiência e algumas emoções difíceis de gerenciar... Sobreviver ao câncer é o maior objetivo de cada pessoa que enfrenta esta doença. A ciência nos... Continuar Lendo →

As feridas da alma e a dor de cabeça

Dor de cabeça. Ela chega como uma sombra na forma de enxaquecas ou dores de cabeça. Às vezes, podem ser verdadeiramente invalidantes, outras vezes, torna-se aquela companheiro persistente que acompanha nosso dia a dia. Como um véu invisível que afeta nossa qualidade de vida. Mas o que está por trás dessas dores de cabeça frequentes?... Continuar Lendo →

Comunicação de notícias difíceis

Com o desenvolvimento da tecnologia, falar em terminalidade e morte é entrar em contato com os limites e a fragilidade do ser humano. Neste sentido, pacientes, familiares e profissionais da saúde evitam falar sobre o tema, surgindo uma situação conhecida como “conspiração de silêncio”, em que este assunto é evitado a todo custo (ESSLINGER, 2003).... Continuar Lendo →

Qual o setting terapêutico na Psicologia Hospitalar?

Setting terapêutico ➔ Quem procura? O psicólogo vai até o paciente. ➔ Setting O atendimento é realizar ao lado do leito, na enfermaria ou apartamento, diferente dos moldes da clínica tradicional. Não se pode estabelecer horário ou tempo de atendimento, sendo que o atendimento psicológico pode ser interrompido a qualquer momento por outro profissional ou... Continuar Lendo →

O psicólogo na UTI

A UTI trata-se de um local do hospital responsável por cuidados intensivos e de atendimento especializado a pacientes mais graves ou com um quadro mais delicado. Traz atrelado a sua imagem a ideia de sofrimento e morte iminente. Trata-se de uma unidade com uma rotina mais apreensiva e acelerada. Tanto o paciente, quanto os familiares... Continuar Lendo →

A família do paciente

A família do paciente vivencia uma série de sentimentos neste momento de adoecimento, dentre eles: sentimento de impotência diante do sofrimento do paciente, por achar que não está fazendo o suficiente; dificuldade em compreender os sentimentos expressados pelo paciente; afastamento ocasionado pelo ambiente hospitalar; medo de perder seu ente querido, dentre outros. Por isso, o... Continuar Lendo →

O psicólogo no pronto socorro

“A escrita da vida é um livro sem rascunho e sem ensaio. Vive-se uma vez só, de forma linear, tudo é continuidade” (Vera Bifulco e Ricardo Caponero)   No hospital, o objetivo no pronto-socorro é a estabilização das funções vitais do paciente e alívio da dor. Neste momento, os objetivos a longo prazo ficam em... Continuar Lendo →

A doença e o hospital

“A doença é um real do corpo no qual o homem se esbarra, e quando isso acontece toda a subjetividade é sacudida” (Simonetti) As culturas tratam da doença e da morte de forma diferente, cada uma vivencia ao modo como foi construída ao longo dos anos. No entanto, é preciso ver o homem como ser... Continuar Lendo →

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